segunda-feira, 25 de abril de 2011

Não sei o que fazer, continuo fazendo terapia, mas a angústia e a tristeza estão constante em mim. Tenho dúvidas se o remédio esta fazendo o efeito que deveria. Próximo mês vou voltar ao psiquiatra para ver isso. Por enquanto, vou lutando como posso com a ajuda de Deus.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O desafio continua.

Eu pensei que estava curada e que não ia sentir nada mas do que eu sentia. Mas nesta quita-feira tudo desmoronou. Porque Senhor eu sou tão fraca? porque não teho força para lutar? porque uma simplis palavra me machuca tanto. Me sinto inútil um zero na vida.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Força e Coragem

Você se considera uma pessoa de coragem?
Se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada.
Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem.
E há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas.
Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária.
É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.
É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para não revidar.
É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.
É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para admitir a dúvida ou o erro.
É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.
É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.
É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.
É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para faze-lo parar.
É preciso ter força para fazer tudo sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.
É preciso força para enfrentar os desafios que a vida oferece, mas é preciso coragem para admitir as próprias fraquezas.
É preciso força para buscar o conhecimento, mas é preciso coragem para reconhecer a própria ignorância.
É preciso força para lutar contra a desonestidade, mas é preciso coragem para resistir às suas investidas.
É preciso força para enfrentar as tentações, e é preciso coragem para não cair nas
suas armadilhas.
É preciso ter força para gritar contra a injustiça, mas é preciso muita coragem para ser justo.
É preciso força para pregar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro.
É preciso força para levantar a bandeira da paz, mas é preciso coragem para construí-la na própria intimidade.
É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar.
É preciso força para lutar contra a insensatez, mas é preciso coragem para ser sensato.
É preciso ter força para defender os bens materiais, mas é preciso coragem para preservar o
patrimônio moral.
É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.
É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver.
Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo.
Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias. E a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições.

sábado, 4 de dezembro de 2010

A batalha não acabou!

Meus Deus, que estranha doença é essa que quando pensamos que estamos bom, tudo volta novamente. Hoje eu tive mais uma crise e isso me deixou profundamente triste, pois eu pensei que não iria acontecer mais. Tenho medo que tudo volte novamente, sinceramente não sei o que fazer.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

parte (IV)

Voltei ao psiquiatra dia 16/11 para mais uma consulta, eu pensei que ele iria diminuir a dosagem dos medicamentos, mas não, ele aumentou. Eu disse a ele que estava melhor e que o pânico tinha desaparecido, mas ele me disse que quando o pânico desaparece automaticamente a depressão aumenta. Nos primeiros dias foi muito estranho, eu me sentia como se tivesse dopada, fiquei um pouco tonta e dormi demais. Mas uma coisa boa esta acontecendo,  meu ânimo esta de volta, e isso é muito bom. Que Deus me ajude a continuar assim.

sábado, 20 de novembro de 2010

(parte III)

Desde do início da minha terapia eu senti que as coisas iriam melhorar porque minha primeira consulta foi muito boa e a minha terapeuta muita legal. Cada seção que eu ia, me sentia muito bem e ela me dava dicas que como melhorar minha vida e de como recuperar minha auto-estima. Faz pouco tempo que eu iniciei minha terapia e só agora depois de quase 2 meses é que eu estou vendo o resultado. Eu estou me sentindo bem melhor apesar de ter engordado bastante porque eu não queria fazer nada e só vivia deitada, então comecei a engordar. Eu comecei a ficar compulsiva por alimentos e como não tinha ânimo para fazer exercícios, fui ganhando peso. Continuo um pouco presa no meu quarto, só que agora eu já estou sentindo uma grande diferença porque eu estou sentindo minhas forças voltarem. Antes eu sentia-me muito cansada apesar de dormir a base de medicamentos eu dormia muito e acordava cansada. Agora eu sinto uma força maior e sinto vontade de fazer coisas que antes eu não tinha coragem, como: caminhar, fazer exercícios, me arrumar um pouco e quero emagrecer. Aliás eu preciso, senão como é que eu vou conseguir de volta minha auto-estima?
Tenho pedido forças a Deus, e sinceramente eu espero não ter nenhuma recaída. Eu preciso ficar boa. Que Deus me ajude.  

(parte II)

Depois de muita luta eu resolvi procurar o psiquiatra, eu estava vendo que as coisas só estavam piorando e eu sozinha não ia conseguir ficar boa. O médico passou alguns medicamentos, mais ele disse que só os medicamentos sozinhos não iriam resolver, e que o ideal era que eu fizesse terapia. Eu demorei um pouco para fazer a terapia, tomei os medicamentos e achei que só com eles iria resolver. Então apareceu a faze critica, mesmo com os remédios parecia que eu não estava melhorando. Eu me entreguei a doença. É muito difícil lutar sozinha, então eu comecei a me informar pela internet e com algumas pessoas que iam as consultas com meu psiquiatra, e tratei de informar minha família para que eles também pudessem me ajudar. Passei por momentos muitos ruins, porque mesmo eles tentando me ajudar eu não conseguia reagir. Os dias iam passando e eu pensei até em me matar, eu sentia uma tristeza muito grande e cada vez que eu tinha uma decepção com alguém isso me derrubava. As vezes eram coisas bobas, mas para mim, sempre era de grande proporção. Então decidi, vou fazer minha terapia.